quarta-feira, 30 de março de 2016

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terça-feira, 29 de março de 2016

segunda-feira, 28 de março de 2016

Document (1).pdf

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quarta-feira, 23 de março de 2016

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Sent from my Sony Xperia™ smartphone

terça-feira, 22 de março de 2016

Document 2

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O convite de lucia chamma está aguardando sua resposta

 
 
lucia chamma quer fazer parte da sua rede no LinkedIn. Como deseja responder?
lucia chamma
lucia chamma
artista plástica, escritora na eu mesma
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© 2014, LinkedIn Corporation. 2029 Stierlin Ct. Mountain View, CA 94043, EUA

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O convite de lucia chamma está aguardando sua resposta

 
 
lucia chamma quer fazer parte da sua rede no LinkedIn. Como deseja responder?
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artista plástica, escritora na eu mesma
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domingo, 7 de setembro de 2014

Gostaria de adicioná-lo à minha rede profissional no LinkedIn.

 
lucia chamma quer manter contato no LinkedIn.
Gostaria que você fizesse parte da minha rede do LinkedIn para compartilhar atualizações e manter contato.
- lucia
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artista plástica, escritora na eu mesma
Rio de Janeiro e Região, Brasil
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sexta-feira, 23 de abril de 2010

AVE, JORGE!

BEIJOS E SAUDADES!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

MINHAS TELAS!

         nesse momento freqüento as tintas e LILICA.COM!

       beijos

quarta-feira, 11 de março de 2009

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

RECICLAGEM DE ÓLEO PILHAS BATERIAS!

Fazendo a nossa parte estamos contribuindo para um mundo melhor para nossos filhos, netos, bisnetos...

                                 RECICLAGEM - Óleo e pilhas

 

         Agora já temos onde levar pilhas/baterias e óleo de cozinha para reciclar!
         A partir de agora as Agências do
Banco Real e as lojas do Pão de Açúcar estão com programa de reciclagem.
         Sabe aquelas pilhas e baterias usadas que não sabemos o que fazer com elas?

 

 Basta levá-las a qualquer agência do Banco Real e colocá-las no Papa- pilhas. Este é mais um programa de
 reciclagem promovido pela instituição.
 pilhas, baterias de celulares, câmeras digitais, controle remoto, relógios, etc, etc... contém materiais que
contaminam o solo e os lençóis freáticos deixando-os impróprios para utilização, podendo provocar problemas

à saúde, como danos para os rins, fígado e pulmões.
São eles: cádmio, mercúrio, níquel, chumbo, etc.

Também já temos onde levar o óleo de cozinha usado para reciclar! As lojas do Pão de Açúcar, que já reciclam outros tipos de lixo, como papel, vidro, plástico e metal, reciclarão também óleo de cozinha!

Você sabia que apenas 1 litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de água ou

o que uma pessoa consome em 14 anos de vida? E ainda provoca a impermeabilização dos leitos e terrenos
próximos, contribuindo para a ocorrência de enchentes.

Como fazer:
Depois que o óleo usado esfriar, armazene em uma garrafa plástica daquelas de 2 litros, se possível transparente.
Tampe bem a garrafa e deposite-a
no coletor de lixo de cor marrom da loja Pão de Açúcar,indicado para esta finalidade.

Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como
matéria-prima para a produção de biocombustível.

Independentemente disso, pare imediatamente de jogar óleo pelo esgoto. FERNANDO DE NORONHA I.jpgFERNANDO DE NORONHA IV.jpg

Armazene em garrafas e jogue no lixo reciclável, e nunca em rios!                                         

Se você quer ajudar mais:
Divulgue este e-mail para todos os seus contatos, orkut, etc.
Pegue folhetos informativos nas lojas Pão de Açúcar(de onde foitirado este texto) e distribua para vizinhos, amigos
e parentes).

É assim que ajudamos o planeta! 
                                  FERNANDO DE NORONHA II.jpg
 

 


 

 

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Fwd: Copacabana - sem areia, sol, mar, ilha, calçadão e Copacabana- exercício



 
Copacabana - (sem areia, sol, mar, ilha, calçadão e Copacabana) exercício
 
 
Só a ti

Entardecer com céu rosa e púrpura,
 
mãos dadas que se desvencilham e olhos marejados pois,
 
despedidas são sempre eternas...
 
Especialmente ali, onde a zona sul é quase um subúrbio.
 
Onde o belo e o feio se misturam quase homogeneamente.
 
Onde os limites são tênues.
 
Ou seja, especialmente ali, naquela que para mim sempre será , na voz de meu tio Caio, 
 
"o colar de pérolas do Rio de Janeiro".
 
Monica

As Quatro Estações

Nossos caminhos se cruzaram.

Eu, com os pés descalços.

Você, com uma flor no cabelo.

 

Os caminhos se tornaram um só.

Você, com seu encanto.

Eu, com a minha poesia.

 

O caminho se tornou estreito.

Eu, em busca de um sonho.

Você, de um vestido florido.

 

Seguimos caminhando juntos.

Você, com seus motivos florais.

Eu, sem motivo nenhum.
 
Cristina Lyra

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Vendo a vista

O silenciar do balanço das ondas e o rasante das gaivotas no brilhante espelho d’água indicam que chegamos a um lugar mágico. A fortificação imponente perante nossos olhos enaltecem o seu valor. Pequena enseada de brisa pura e serena. Maravilha dos trópicos estampada feito cartão postal. Beleza prometida. Presente de Deus à cidade do carnaval.

André Tavares

me engana, copacabana

Estava parada naquela esquina havia mais de duas horas. A droga daquele jogo tinha deixado as ruas praticamente vazias. Do alto do seu salto-plataforma,  sacudia a cabeleira negra e escorrida (que chegava quase até a cintura do shortinho cavado de lurex) e batia as pálpebras, tão pesadas, com aqueles cílios postiços de Taiwan, quanto as asas de uma borboleta molhada. Cutucava, impaciente, as longas unhas grená. De vez em quando, deixava escapar um longo suspiro. Quanto tempo ainda teria que ficar ali plantada, a espera de um único trabalho que lhe salvasse a noite?

 

       Estava apertadíssima. Mas detestava aquela estória de ter que mijar em pé, na quina de um canteiro, em plena calçada. Além do mais, desse jeito ficava muito vulnerável... Tentava calcular quanto tempo, aproximadamente, iria levar, naqueles saltões enormes, para dar uma corrida até a lanchonete, a meia quadra dali. E se o Jorjão de repente passasse de carro, justo nesta hora? Imperceptivelmente, pousou a mão no antebraço esquerdo, bem no lugar onde a nódoa ainda amarela de um hematoma dava notícias da sua última discussão com o brutamontes.

 

       Olhou de um lado para o outro da avenida vazia, na qual uns poucos carros passavam em alta velocidade, misturando a fumaça dos canos de descarga ao vento de maresia. Respirou fundo aquele cheiro único, muito seu, e que era, para ela, o melhor perfume. Como gostava daquele lugar! Nunca, nem nos seus momentos mais difíceis, nem nos seus dias mais escuros, tinha pensado na hipótese de sair dali. Nem todas as desilusões que já havia vivido - os golpes de turistas metidos a espertinhos, os erros de cálculo no jogo do amor, as surras da polícia e as porradas do Jorjão – e de tantos outros, antes dele - seriam capazes de fazê-la abandonar aquele pedaço de orla que já considerava como território seu. Ainda se lembrava da primeira vez em que avistara, maravilhada, o semi-círculo a céu aberto, ao mesmo tempo espaçoso e protegido, e do modo como a luz do sol quase a cegara, expandindo-se em todas as direções, refratando-se em todas as superfícies – nas corcovas das ondas incansáveis, no metal veloz dos carros, nos vidros indiferentes e espelhados dos prédios altíssimos.

 

       Agora, depois de tantos anos na batalha, ainda era capaz de encantar-se, outra e outra vez, com o esplendor daquela paisagem.

 

       Estava perdida nesses pensamentos, quando se deu conta de que um Honda Civic, com vidros impenetráveis de insulfilm, estava encostando no meio-fio, bem na sua frente. Sentiu uma breve tonteira de felicidade, imaginando o instante em que  o cliente bonitão (e muito, muito rico) abriria a porta e a convidaria a entrar. Inclinou-se animadamente em direção à janela do carro, fazendo a coreografia habitual: jogar os cabelos para o lado, empinar os peitos para a frente, armar a boquinha sensual. Foi pega de surpresa pelo jato branco, sufocante, brusco, que saía, interminavelmente, da boca de um extintor de incêndio, e acertou em cheio no seu rosto.

 

 

                                                                                                                (Claudia)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Copacabana


Depois de 60 anos sonhando em revê-la, ele pediu ao seu enfermeiro que o colocasse ao lado de um banco de concreto, e fosse dar uma volta. De costas para os prédios, Hélpio deixou-se levar pela brisa que passava. Suas mãos apertaram os braços da cadeira. Seus lábios se entreabriram em um suspiro. Continua linda.


Alexandra

Grinzane for Africa



“O escritor angolano Ondjaki foi distinguido na última sexta-feira na Etiópia com o prémio literário Grinzane for Africa, na categoria de jovem escritor. Nesta primeira edição do "Grinzane Cavour Literary Prize for Africa" também foram premiados o queniano Ngugi wa Thiong’o e o nigeriano Ben Okri.” (site - África 21)

Parabéns!!!